1. O meu amado desceu ao seu jardim, ao canteiro dos balsameiros para apascentar o seu rebanho nos jardins, e para colher lírios. Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu, ele, que apascenta o seu rebanho entre os lírios. (ver nota)

3. Formosa és, amiga minha, como Tirsa, encantadora como Jerusalém, mas terrível como um exército em ordem de batalha.

4. Aparta os teus olhos de mim, porque eles me fascinam. Os teus cabelos são como um rebanho de cabras, suspensas nas vertentes dos montes de Galaad.

5. Os teus dentes são como rebanho de ovelhas, ao subir do lavadouro; cada uma leva dois cordeirinhos gémeos, e nenhuma entre elas é estéril. (ver nota)

6. Como metades de romãs, assim são as tuas faces, por detrás do teu véu.

7. São sessenta as rainhas, oitenta as esposas de segunda ordem, e inumeráveis as donzelas. (ver nota)

8. Porém uma só é a minha pomba, a minha perfeita: ela é a única para sua mãe, a predilecta da que lhe deu o ser. As donzelas viram-na, e proclamaram-na bem-aventurada: viram-na as rainhas e as esposas da segunda ordem, e deram-lhe muitos louvores.

9. Quem é esta, que vai caminhando como a aurora quando se levanta, formosa como a lua, brilhante como o sol, terrível como um exército formado em batalha?

10. Eu desci ao jardim das nogueiras, para ver a vegetação do vale, para examinar se a vinha tinha lançado flor, se as romãs tinham florido.

11. Eu não soube: a minha alma colocou-me sobre o carro de Aminadab.

12. Volta, volta, ó Sulamita; volta, volta, para que nós te contemplemos.





“Jesus vê, conhece e pesa todas as suas ações.” São Padre Pio de Pietrelcina